Operadores dos centros comerciais veem volume de negócio aumentar devido à tecnologia de contagem de pessoas

Hoje em dia, os retalhistas que operam nos centros comerciais bem geridos têm novas e excelentes oportunidades. Graças aos proprietários que estão a investir em tecnologia de monitorização de tráfego e soluções de analítica de dados com vista a introduzir melhorias nos espaços comerciais, os retalhistas estão a receber vários benefícios devido às informações estratégicas que podem ajudar a aumentar as suas conversões e volume de negócios.

O novo relatório da ShopperTrak Dados de tráfego dos Centros Comerciais obtêm sucesso crescente na Europa, explica estas oportunidades de forma mais detalhada. Refere o mercado em mudança para os centros comerciais europeus, mostrando como estão os gestores a adaptar a sua oferta para agradar aos consumidores modernos e como estão a aprender a utilizar os dados de tráfego para obter maior rentabilidade e suportar de forma mais eficiente os seus operadores.

Os dados de tráfego beneficiam os operadores dos centros comerciais

Naturalmente que a tendência para atualizar, ampliar, redecorar e reconfigurar os centros comerciais europeus será um bónus para os operadores, que dependem muito da apresentação e boas vibrações de um centro comercial para atrair o número de visitantes necessário para gerar as receitas que precisam.

Melhoramentos a nível estético e campanhas de marketing para aumentar o tráfego e os tempos de permanência estão, cada vez mais, a ser acompanhadas por investimentos em tecnologias de contagem de pessoas e soluções de analítica de tráfego. Isto ocorre porque os proprietários querem saber qual é o retorno do investimento nos centros comerciais onde introduziram novos conceitos e onde realizam campanhas de marketing, por isso estão motivados para efetuar medições e produzir relatórios de tráfego, os quais por sua vez lhes permitem estruturar as rendas e justificar a potenciais operadores os modelos de arrendamento.

Colaborar para vencer

Está a ser adotada uma aproximação mais científica, com os proprietários a assumirem a responsabilidade em gerar tráfego, medir e comparar os resultados e construir sucessos sempre que possível. Esta tendência é ótima para os retalhistas, que veem o tráfego aumentar nas suas lojas e podem agora estar melhor informados sobre as projeções de tráfego a longo prazo, os picos esperados e demais informações de elevado valor estratégico, relacionadas com os padrões comportamentais dos consumidores no centro comercial e suas proximidades.

É, igualmente, uma boa notícia os gestores ligados aos arrendamentos começarem a usar os dados de tráfego para avaliarem o seu portfolio de retalhistas e compreender quais estão a obter um bom desempenho ou não e, avançarem com medidas de apoio quando entenderem necessário. “Esta situação leva-os a questionarem-se como podem ajudar o retalhista a ter mais visitantes na sua loja”, refere Steve Richardson, o Diretor Global e Regional para as Contas Estratégicas da ShopperTrak no Reino Unido e Emiratos Árabes Unidos. “Talvez a oferta já não seja tão atrativa como dantes. Pode ser necessário deslocar o retalhista para outro local mais adequado. Trabalhar em conjunto, é preferível a perder um operador e ter de negociar unidades vagas”.

Aproveitar as experiências

Como ilustra o nosso relatório, os retalhistas irão cada vez mais assistir à organização de eventos comunitários, desfiles, sessões de culinária e apresentações surpresa nos centros comerciais, uma vez que o retalho baseado em experiências está a ser adotado com maior frequência tanto nos centros comerciais locais como naqueles de maiores dimensões. Os proprietários mais inteligentes, vão garantir que o tráfego gerado por estes eventos é medido, para estimarem qual o retorno do investimento e avaliarem o sucesso das atividades no seu portfólio de superfícies comerciais. Uma vez mais, se for bem realizada, esta é outra forma de acrescentar valor perante os operadores, justificando as rendas que estão a ser cobradas, bem como uma demonstração clara do que pode ser oferecido, no decorrer do processo de negociação.

Brian Field, Diretor e Consultor em Práticas de Retalho na ShopperTrak, afirma: “Os retalhistas podem travar estas ações, uma vez que o senso comum diz que o tráfego está a descer continuamente. Embora os níveis de tráfego não sejam o que eram há 20 anos atrás, os consumidores atuais são diferentes. Ao capitalizar essa tendência, desenvolvendo centros comerciais mais focados na experiência – não apenas nas transações – o gestor comercial de um centro poderá demonstrar possuir um valor superior relativamente a outro que se limita a arrendar a quem pague uma renda mediante determinadas condições”.

Otimizar a equipa de acordo com as horas de pico

Outra vantagem para os retalhistas dos centros comerciais que disponibilizam informações de tráfego é a possibilidade de ajustar as escalas de trabalho aos períodos de maior ou menor movimento. Garantir que os melhores colaboradores estão na loja durante os fins-de-semana ou nas horas de pico, por exemplo, pode realmente fazer a diferença nas taxas de conversão.

O acesso aos dados, permite que os gestores dos centros comerciais e os respetivos operadores possam estar bem preparados para os picos mais comuns do calendário e possam focar-se em maximizar as conversões nas datas chave. Os retalhistas podem ser informados regularmente sobre quando devem esperar picos semanais ou diários, ou ainda aumentos de tráfego por via de eventos no centro comercial. Quanto maior a quantidade de dados disponível, melhor preparadas estarão todas as partes, o que faz com que o conceito de partilha de dados entre proprietários e operadores esteja a ser tão divulgado neste momento.

Dados de tráfego para gerar crescimento

Os retalhistas compreendem a importância de usar os dados anónimos de localização dos consumidores para tomar decisões sobre como devem configurar as lojas, como podem vender as suas gamas, apresentar as promoções sazonais e planear os seus recursos humanos ao longo da semana. Quando os seus próprios dados de tráfego e fluxos de consumidores são combinados com os dados de tráfego do centro comercial, informação demográfica, informação meteorológica, dados de transações e outra informação relevante, os retalhistas podem realmente desenvolver uma experiência de consumo sem paralelo e afinar as suas operações em consonância com essa informação. Com as novas tecnologias wi-fi e de vídeo na equação, novas e importantes oportunidades se apresentam.

O interesse global da indústria de retalho pelos dados não pode ser ignorado. Tal como é reconhecido no nosso relatório, a riqueza das informações estratégicas que são obtidas através dos dados de tráfego, é uma boa razão para celebrar. A nossa conclusão é que se as equipas de gestão dos centros comerciais tiverem acesso a informações de tráfego e padrões de comportamento, podem reagir a eventos que têm impacto na popularidade e rentabilidade desses espaços. É crucial que possam apoiar os retalhistas que estão a ter dificuldades em atrair ou reter consumidores e, por conseguinte, realizar conversões num mercado cada vez mais competitivo.

Contate-nos hoje mesmo para assistir a uma demonstração sobre a forma como os dados de tráfego podem ajudar a redefinir os modelos de arrendamento e aumentar a rentabilidade dos seus centros comerciais.

Descarregue o relatório Dados de tráfego dos Centros Comerciais obtêm sucesso crescente na Europa, para ver como a recolha de dados de tráfego de consumidores pode ajudar a tornar os centros comerciais mais rentáveis.

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